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Ciclone-bomba atinge Santa Catarina e Rio Grande do Sul: causado por rápida queda na pressão atmosférica, o fenômeno seguirá para o Atlântico

O ciclone-bomba que atinge o Sul do Brasil deve se deslocar para o Oceano Atlântico e perderá a força nesta quarta-feira. No entanto, ainda há alerta de ventos fortes que podem passar dos 100 km/h nas áreas do Rio Grande do Sul até a serra de Santa Catarina. O fenômeno é resultado da rápida queda na pressão atmosférica em uma área próxima ao continente. A queda de pressão também é responsável por agitação no mar, ondas altas e risco de ressaca.

Foram registradas três mortes em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul decorrentes do ciclone-bomba nesta terça-feira.

Atualização desta quarta-feira, 01 de julho: são pelo menos dez mortes causadas pelo ciclone-bomba no Sul do Brasil. O fenômeno destelhou centenas de casas e derrubou inúmeras árvores nas regiões afetadas. Em Chapecó (SC), o prefeito declarou situação de emergência devido aos estragos, com prejuízos sociais e econômicos.

Foto: Unsplash